"Quando a personalidade resiste, ou insiste em fazer escolhas que não estão em alinhamento com os ditames da alma, as nossas qualidades superiores permanecem adormecidas, esquecidas ou impedidas de expressão"
É estranho, mas sempre ouço um sopro no meu cangote me dizendo que o caminho certo é este e não aquele. Apesar disso, quase nunca escuto essa consciência. Apenas aceito seu conselho e continuo a fazer aquilo que EU penso ser o mais confortável. Mas será que esses meus olhos limitados pela matéria conseguem realmente escolher corretamente? Por que não aceito o conselho da intuição?
Talvez seja muito difícil tomar uma decisão radical e sair da inércia moral e física. Mas sei, com certeza sei, que o sopro não falha nunca. Sei que essa consciência transcende o tempo e o espaço e tem melhores parâmetros de decisão que eu. Mesmo acreditando em sua existência, mesmo confiando em suas palavras, mesmo aceitando humildemente minha inabilidade de conduzir minha decisões... mesmo assim insisto em acreditar nesse indivíduo autônomo e interiorizado que é senhor de si e de seu destino.
Então sofro! Sofro porque sei que estou escolhendo o caminho mais doloroso; porque sei que vou ter que trilhar novamente esse mesmo caminho. Sofro porque antes de escalar logo essa montanha, fico dando voltas em sua base, mesmo que ali só haja pântanos lamacentos sem vida.
O sopro volta caridosamente todos os dias a me indicar o melhor caminho, mas resisto e insisto em não seguir suas sugestões. Adoeço e, quem sabe enfermo, meio sem razão, meio febril e delirante, consiga que a luz interior me guie realmente, já que a razão individualista, nessas horas, perde sua força.
Então que eu sofra! Sofra mesmo! Que eu caia porque é só do chão que enxergo o melhor caminho ! Que eu respire o pó da estrada e quando inebriado por meu próprio carma consiga divisar meus erros e recomeçar intuitivamente a caminhar.
Até quando irei negar ouvidos àquele que só me auxilia? Humanidade burra!
É estranho, mas sempre ouço um sopro no meu cangote me dizendo que o caminho certo é este e não aquele. Apesar disso, quase nunca escuto essa consciência. Apenas aceito seu conselho e continuo a fazer aquilo que EU penso ser o mais confortável. Mas será que esses meus olhos limitados pela matéria conseguem realmente escolher corretamente? Por que não aceito o conselho da intuição?
Talvez seja muito difícil tomar uma decisão radical e sair da inércia moral e física. Mas sei, com certeza sei, que o sopro não falha nunca. Sei que essa consciência transcende o tempo e o espaço e tem melhores parâmetros de decisão que eu. Mesmo acreditando em sua existência, mesmo confiando em suas palavras, mesmo aceitando humildemente minha inabilidade de conduzir minha decisões... mesmo assim insisto em acreditar nesse indivíduo autônomo e interiorizado que é senhor de si e de seu destino.
Então sofro! Sofro porque sei que estou escolhendo o caminho mais doloroso; porque sei que vou ter que trilhar novamente esse mesmo caminho. Sofro porque antes de escalar logo essa montanha, fico dando voltas em sua base, mesmo que ali só haja pântanos lamacentos sem vida.
O sopro volta caridosamente todos os dias a me indicar o melhor caminho, mas resisto e insisto em não seguir suas sugestões. Adoeço e, quem sabe enfermo, meio sem razão, meio febril e delirante, consiga que a luz interior me guie realmente, já que a razão individualista, nessas horas, perde sua força.
Então que eu sofra! Sofra mesmo! Que eu caia porque é só do chão que enxergo o melhor caminho ! Que eu respire o pó da estrada e quando inebriado por meu próprio carma consiga divisar meus erros e recomeçar intuitivamente a caminhar.
Até quando irei negar ouvidos àquele que só me auxilia? Humanidade burra!
