Porque a plenitude da vida nos chega dessas coisas, desses momentos em que realmente fazemos aquilo que queremos e não somente o que devemos.
Nos chega calmamente, mornamente, morna a mente...
Numa tarde confortável em que temos o que um homem precisa para fugir dessa racionalidade torta, cega, monótona... Temos um fino pra curtir, uma música lisérgica pra entorpecer, lembranças pra preencher, um conforto, enfim, de quando se é feliz apenas por ser o que se é.
Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.
É tão incrível quando as os sofrimentos se tornam tão mesquinhos comparados a essa infinitude múltiplia e confortável do mundo.
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