O sofrimento, beibe, é algo digno e raro. Mas não é qualquer sofrimentozinho, não!
O qual me refiro é carregado de um certo romantismo decadente moderno. Oras, se vai sofrer, sofra com qualidade intelectual. Isto é, seja erudito, porque dor de corno é muito clichê.
Exemplo: Angustie-se pela extrema incapacidade humana de relavitizar seu próprio eu, no sentido de obter a verdadeira, real, eterna percepção da realidade, da objetividade, da coisa em si.
Enfim, essas coisas de pessoas cultas, gente!
Veja bem!
Chatterton, suicidou;
Kurt Cobain, suicidou;
Getúlio Vargas, suicidou;
Nietzsche, enloqueceu;
E eu não vou nada bem.
Não vou nada bem,
Kurt Cobain, suicidou;
Getúlio Vargas, suicidou;
Nietzsche, enloqueceu;
E eu não vou nada bem.
Não vou nada bem,
Chatterton, suicidou;
Cléopatra, suicidou;
Isócrates, suicidou;
Goya, enloqueceu;
E eu não vou nada nada bem
Não vou nada bem
Cléopatra, suicidou;
Isócrates, suicidou;
Goya, enloqueceu;
E eu não vou nada nada bem
Não vou nada bem
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